Hoje eu sou o meu próprio colo
“Eu cheguei na sessão da Renatta com uma culpa enorme por sentir falta de “ter uma mãe”, mas não da mãe que eu tive.
Eu achava que era ingratidão, mas ela me mostrou que era luto. Luto pela mãe que eu idealizei para conseguir sobreviver à ausência real.
Entender que eu não precisava mais cobrar dela o que ela nunca teve para me dar foi a minha maior libertação. Hoje eu sou o meu próprio colo.”
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